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Campo DCValorIdioma
dc.creatorFucilini, Ariane de Paula-
dc.date.accessioned2026-05-06T20:23:08Z-
dc.date.available2026-05-06T20:23:08Z-
dc.date.issued2023pt_BR
dc.identifier.urihttps://arandu.iffarroupilha.edu.br/handle/itemid/893-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilhapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectGastronomiapt_BR
dc.subjectCulinária (Doces)pt_BR
dc.subjectMulheres escravizadaspt_BR
dc.subjectReligiões afro-brasileiraspt_BR
dc.titleDa cor do açúcar ao gênero e etnia: identificar a contribuição ds mulheres negras escravizadas nos doces de Pelotaspt_BR
dc.typeArtigo Científicopt_BR
dc.description.resumoAo fazer uma reflexão aprofundada sobre a história do doce no Brasil, e mais precisamente, no Rio Grande do Sul, foi possível identificar uma carência de informações sobre o papel da mulher negra escravizada nos Doces de Pelotas. Elas eram responsáveis, forçadamente, a gerenciar os casarões pelotenses, mas principalmente suas cozinhas (KOSBY, 2015). Ademais, também eram exploradas como “escravas de ganho” para a venda dos doces em tabuleiros no perímetro urbano (RIBEIRO, 2017). Nesse sentido, buscou-se compreender, nesta pesquisa, a contribuição dessas mulheres para a história dos doces finos pelotenses e se existe relação das religiões afro-brasileiras com as doçuras. Utilizou-se o procedimento metodológico em pesquisa bibliográfica, buscando entender se há relação entre os temas. Concluindo que, a doçaria estava presente na vida dessas mulheres até mesmo nos seus momentos de lazer, ligados às suas religiões de matriz africana.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus São Borjapt_BR
dc.publisher.initialsIFFARpt_BR
dc.audience.educationlevelGraduaçãopt_BR
dc.creativecommons.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.creativecommons.nameAtribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil*
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