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Campo DCValorIdioma
dc.creatorMoraes, Gustavo Oliveira de-
dc.date.accessioned2026-05-06T12:25:18Z-
dc.date.available2026-05-06T12:25:18Z-
dc.date.issued2023pt_BR
dc.identifier.urihttps://arandu.iffarroupilha.edu.br/handle/itemid/873-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilhapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectGastronomiapt_BR
dc.subjectTurismopt_BR
dc.subjectCafé - São Paulopt_BR
dc.titleTurismos de café nas paisagens paulistaspt_BR
dc.typeArtigo Científicopt_BR
dc.description.resumoO café, além de ser um produto agroalimentar economicamente relevante, é também parte das tradições de comensalidade da maioria dos brasileiros. Dessa forma, o produto se tornou importante para o desenvolvimento social e cultural das pequenas produções. Devido ao aumento da demanda do café, surgiu a oportunidade de aprimorar as atividades turísticas rurais e urbanas relacionadas às paisagens cafeeiras. Em meio a isso, o problema que direcionou essa pesquisa foi: quais são as características sociais, culturais e econômicas do turismo de café apresentadas nos trabalhos acadêmicos desenvolvidos sobre esta temática no estado de São Paulo? O trabalho se justifica a partir do desejo do autor em agregar valor às produções paulistas e aos produtores cafeeiros locais, contrastando a agricultura familiar. Além disso, busca ampliar a compreensão sobre a diversidade da paisagem de São Paulo, que vai além da “selva de pedra” descrita na capital. Visando atingir as expectativas motivadoras da pesquisa, o objetivo deste estudo é analisar as características sociais, culturais e econômicas do turismo de cafés nas diferentes paisagens paulistas. Assim, para alcançá-lo, o trabalho apresenta caráter qualitativo, descritivo e exploratório, se baseando na pesquisa documental e bibliográfica para a coleta de dados. Os dados coletados na pesquisa foram organizados a partir da Análise de Conteúdo descrita por Bardin (1977). Após a análise dos dados, os principais resultados apontam que a monocultura de café foi iniciada por mão de obra escravizada e os patrimônios, como fazendas históricas, surgiram a partir dela. Assim, diversas características estéticas únicas no espaço geográfico se estruturaram e demarcam o passado nas estruturas até a atualidade. Então, foi considerado que a monocultura, um sistema produtivo de larga escala, é um sistema agroalimentar de baixa representatividade social e cultural. Além disso, possui poucas características atraentes para o desenvolvimento do turismo local. Desse modo, um café de maior qualidade e de poucas imperfeições, como o café especial, foi criado para se contrapor ao produto da monocultura. Este produto é majoritariamente dominado pela agricultura familiar, isto é, um sistema produtivo de baixa escala, executado por mão de obra familiar, com alta relevância para o desenvolvimento social e cultural das regiões produtoras.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsIFFARpt_BR
dc.audience.educationlevelGraduaçãopt_BR
dc.creativecommons.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.creativecommons.nameAtribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil*
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